10/01/2018 • 17:03:25

Ritinha Prates inaugura oficina de prótese e órtese



DE ARAÇATUBA


A Associação de Amparo ao Excepcional Ritinha Prates inaugurou sua oficina de prótese e órtese. Para isso, a entidade investiu cerca de R$ 30 mil na adequação do espaço e compra de materiais.

“Nós percebemos que há uma demanda de pacientes que, muitas vezes, não conseguem o equipamento. Essa oficina vem para suprir essa necessidade, que faz parte do nosso serviço: de atender a todos, oferecendo sempre uma melhor qualidade de vida”, disse Maria Aparecida Nascimento Xavier (Cida), presidente da instituição.

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Ritinha Prates inaugura oficina de prótese e órtese - Divulgação


Antes, os pacientes atendidos pelo Centro Especializado em Reabilitação (CER) chegavam a fazer nove viagens a São José do Rio Preto para obter uma prótese ou órtese. “Essa oficina vai acabar com esse calvário”, completou Cida.

Hoje, conforme levantamento da associação, cerca de 100 pacientes aguardam por um equipamento, que pode custar até R$ 4 mil, quando adquirido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A oficina irá produzir as órteses e próteses de acordo com a demanda de pacientes que são atendidos pelo CER. Para isso, serão necessários dois técnicos ortopédicos, que já estão contratados. Por mês, somente na área de fisioterapia, o local presta 200 atendimentos.

Fábrica

A inauguração da oficina faz parte de um projeto maior da Ritinha Prates, que é a construção de uma fábrica própria. O local para a futura instalação já existe. Mas, para que a instituição inicie a construção do prédio e passe a operar, falta ainda o credenciamento da entidade junto ao Ministério da Saúde.

Antes disso, é necessário o cumprimento de uma série de etapas para que a entidade tenha o seu projeto aprovado e passe a receber uma verba de R$ 54 mil por mês para o custeio dos trabalhos. “Vamos trabalhar em conjunto com a Ritinha Prates para que este sonho, tão importante para a associação, Araçatuba e região, possa se concretizar”, disse a secretária municipal de Saúde, Carmen Silvia Guariente.

Ainda, segundo a secretária, obtendo o credenciamento, a associação pode pleitear um segundo serviço, a oficina móvel de órtese e prótese.

De acordo com Carmen, essa oficina iria percorrer as cidades que compõem a região do DRS II (Departamento Regional de Saúde) prestando atendimento aos pacientes cadastrados. ”Para isso (obter a oficina móvel), é necessário, antes, conseguirmos a (oficina) fixa”, explicou.


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