A Corte Internacional de Justiça (CIJ) determinou nesta sexta-feira (26) que Israel tome providências contra o excesso de mortes e danos na ofensiva militar contra o Hamas na Faixa de Gaza. Além disso, os 17 juízes do tribunal decidiram continuar com o processo apresentado pela África do Sul que acusou Israel de cometer genocídio contra a região.
O presidente do CIJ, Joan E. Donoghue, disse que "o tribunal está perfeitamente consciente da extensão da tragédia humana que se desenrola na região e está profundamente preocupado com a contínua perda de vidas e sofrimento humano".
Apesar disso, a corte não determinou um cessar-fogo imediato na região, como havia sido pedido pelo país africano.
A decisão desta sexta-feira é apenas provisória, podendo levar anos até que a totalidade do caso apresentado seja considerado. Israel rejeita as acusações e pediu o arquivamento da ação.
Israel declarou guerra contra o Hamas em 7 de outubro de 2023, logo após o grupo ter invadido e matado 1,2 mil pessoas em um festival de música no país. Os combates se concentram na Faixa de Gaza, onde o grupo é dominante, afetando 2,3 milhões de habitantes. Até o momento, 26 mil mortes foram registradas, de acordo com o Ministério da Saúde Palestino, controlado pelo Hamas
Os militares israelenses afirmam que pelo menos 9 mil dos mortos no conflito são militantes do Hamas.
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