Do lançamento da plataforma Desenrola -- em 9 de outubro -- até a última 5ª feira (2.nov), o programa renegociou mais de 1 milhão de débitos, que somavam R$ 2,1 bilhões, por R$ 262 milhões. Os dados foram divulgados nesta 2ª feira (6.nov) pelo Ministério da Fazenda.
Segundo a pasta, no total, "590 mil indivíduos aproveitaram a oportunidade para renegociar suas dívidas".
"O desempenho sinaliza a confiança e aceitação da plataforma Desenrola por parte dos usuários, que encontram nela uma solução eficaz para a gestão financeira. Além disso, esses resultados refletem o potencial do programa de oferecer caminhos viáveis e sustentáveis para que a população brasileira volte a ter crédito", acrescenta, em comunicado.
O ministério ressalta que, no último dia 27, publicou uma portaria normativa "estabelecendo as diretrizes para inclusão gradual de novas dívidas para renegociações parceladas, com respaldo do Fundo de Garantia de Operações (FGO), em situações de recursos remanescentes para a garantia". "São dívidas que já estão disponíveis para pagamento à vista e poderão ser renegociadas com parcelamento".
A pasta explica que, pela nova regulamentação do programa, a entidade operadora deve, a cada 20 dias, incorporar ao sistema Desenrola "um conjunto atualizado de dívidas que se tornam elegíveis para renegociação com garantia do FGO, caso sejam identificados recursos remanescentes no fundo".
Conforme o comunicado, essas ofertas somam-se às que já existem e seguem os descontos definidos no processo de leilão entre os credores. "São mais 15 milhões de ofertas que estavam na plataforma apenas para pagamento à vista e que, agora, podem ser parceladas", pontua o Ministério da Fazenda.
Desde o lançamento da plataforma Desenrola, débitos de até R$ 5 mil com os maiores descontos já podiam ser pagos a prazo, num prazo de até 60 meses. "Agora as demais dívidas com valor atualizado em até R$ 5 mil também contarão com possibilidade de parcelamento. Novas dívidas que já estão no programa poderão ser incluídas na negociação a prazo ao longo dos próximos ciclos", acrescenta o ministério.
A etapa, que vai até 31 de dezembro, é feita por meio da plataforma e inclui dívidas bancárias - como cartão de crédito - e contas atrasadas de outros setores, como eletricidade, água e saneamento e comércio varejista, entre outros. "O programa também permite que o seu beneficiário escolha o banco de sua preferência para fazer a renegociação com parcelamento".
Ainda de acordo com o Ministério da Fazenda, a fase do Desenrola de renegociação com as instituições financeiras (Faixa 2) acumula R$ 20,5 bilhões renegociados entre julho e outubro deste ano. "No período, a iniciativa possibilitou a negociação de 2,8 milhões de contratos, beneficiando 2,2 milhões de clientes bancários. Na primeira etapa do programa, também foram desnegativados 10 milhões de registros de clientes que tinham dívidas bancárias de até R$ 100", conclui o comunicado.
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