O apresentador Fausto Silva, o Faustão, passou por uma cirurgia de transplante de coração neste domingo, 27. A informação foi confirmada pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde o apresentador está internado desde o dia 5 de agosto após apresentar um grave quadro de insuficiência cardíaca.
De acordo com o boletim médico divulgado pelo hospital, a cirurgia ocorreu no início da tarde deste domingo e durou 2h30. O procedimento foi realizado com sucesso, segundo o hospital. Faustão, agora, segue na UTI para o acompanhamento da adaptação do órgão e controle da rejeição.
O hospital afirmou que foi acionado na madrugada deste domingo pela Central de Transplante do Estado de São Paulo de que havia um órgão disponível. A partir daí, começou uma série de testes para saber se o coração era compatível com Faustão, de 73 anos. Com a confirmação, a cirurgia pôde ser realizada.
As primeiras notícias de que Faustão estava internado apareceram no último dia 17 de agosto, pouco mais de dez dias após o apresentador dar entrada no Hospital Albert Einstein depois de se sentir mal. No dia 19, a família de Faustão divulgou um vídeo em que aparece sentado em um leito de hospital. No vídeo, ele pede orações e diz que está sendo muito bem cuidado. A família não informou, porém, em que dia o vídeo havia sido gravado.
No dia 20 de agosto, com o agravamento do quadro de saúde do apresentador, o hospital divulgou que Faustão precisaria passar por um transplante cardíaco e que seu nome já havia sido incluído na lista única de espera da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.
Na ocasião, o hospital informou que Faustão passava por diálise e necessitava de medicamento para ajudar na força de bombeamento do coração.
Embora a cirurgia do apresentador tenha sido classificada como "prioridade máxima", Faustão teve que entrar em uma lista de espera única coordenada pelo Sistema Nacional de Transplantes, do Ministério da Saúde que vale tanto para pacientes da rede pública quanto para os da privada.
O ministério leva em conta as condições clínicas do paciente, bem como o risco de morte. Entre esses fatores, que determinam a ordem na fila, estão a impossibilidade total de acesso para diálise (filtração do sangue), no caso de doentes renais, a insuficiência hepática aguda grave, para doentes do fígado; necessidade de assistência circulatória, para pacientes cardiopatas; e rejeição de órgãos recentes transplantados.
Segundo dados do Ministério da Saúde atualizados em 16 de agosto de 2023, 65.911 pessoas aguardam na lista para receber um órgão no país. Destas, mais de 36 mil esperam por um rim, 25,6 mil por uma córnea e 2,2 mil por um fígado. Até 21 de agosto, eram 378 pessoas esperando por um transplante de coração no Brasil. A maioria (206 pessoas) é de São Paulo.
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