A Polícia Civil de Jales (SP) investiga o feminicídio de uma adolescente de 17 anos encontrada na madrugada deste sábado (10), submersa em um córrego localizado em uma estrada de terra que liga Santa Albertina a Mesópolis.
O córrego fica abaixo de um barranco de aproximadamente três metros de profundidade, no quilômetro cinco da estrada de terra SAT-230. No local estão sendo realizadas obras de construção para uma nova ponte.
De acordo com o boletim de ocorrência, Heloísa Alves Nogueira Gefri estava aos cuidados dos tios enquanto sua mãe viajava. Na manhã da última sexta-feira (9), ela saiu para trabalhar em um açougue e recusou a carona oferecida pelo tio. Após o expediente, a adolescente não retornou para casa.
Preocupados, os tios de Heloísa ligaram para os patrões da jovem, que disseram que ela não apareceu para trabalhar. No entanto, testemunhas disseram que viram a jovem dentro de um Ford/Pampa amarelo acompanhada do “ex-marido”, de 23 anos, em uma estrada de terra isolada da cidade.
Os tios de Heloísa ligaram no Plantão Policial de Jales, informaram o caso e foram orientados a registrar um boletim de ocorrência. Após o registro, os policiais se deslocaram até a casa do suspeito, que disse que havia terminado um relacionado com Heloísa há três meses, mas afirmou que os dois ficavam às vezes e que naquele dia havia tido relações sexuais com ela.
Enquanto faziam as buscas, os policiais receberam informações de outra testemunha reafirmando que viu Heloísa dentro da Pampa com o ex, na estrada de terra.
A equipe se deslocou até o local e iniciou as buscas pela mata até encontrar o corpo da vítima submerso no rio.
A Polícia Civil de Jales e o delegado plantonista foram acionados no local. Uma perícia foi feita na área e o corpo da jovem foi retirado do córrego e encaminhado para exame necroscópico no Instituto Médico Legal (IML). O laudo deverá apontar as causas da morte.
Por volta das 2h, os investigadores voltaram até a casa do suspeito e o encontraram dormindo. Ele foi detido e encaminhado para a Central de Flagrante de Jales. Lá, ele foi questionado onde estava o celular da vítima; o jovem reafirmou que teve relações sexuais com ela na mesma data, mas disse não saber de mais nada.
Neste momento, ainda de acordo com o boletim de ocorrência, um dos investigadores ligou para o delegado que ainda estava no córrego. Depois, pediu para o suspeito ligar para o delegado, quando ele disparou: “Mas ele está em casa ou lá onde ela está?”, deixando em evidência que ele sabia onde o corpo de Heloísa estava.
O investigador perguntou se ele havia matado a vítima e, apesar de não responder, o jovem teria percebido que sua pergunta indicava uma afirmação.
Ele foi indiciado pelo crime de feminicídio e ficou preso na delegacia de Jales, à disposição da Justiça.
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