As sanções são direcionadas a agentes penitenciários que, segundo a UE, torturaram detentos, incluindo presos políticos e opositores ao governo do presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, e a membros do poder judiciário que são acusados de condenar e prender opositores e jornalistas.
Empresas estatais também foram afetadas pelas sanções. Segundo o comunicado da UE, elas penalizaram e demitiram funcionários que participaram de greves e protestos. A estatal de petroquímicos Belneftekhim, uma das maiores do país, que apoia o governo, também foi listada.
Com as restrições, pessoas e empresas listadas tiveram suas ações congeladas, e empresas e moradores da Europa não podem fornecer fundos a elas. As sanções também banem viagens ao território da UE.
As medidas também proíbem a exportação de bens de tecnologia, semicondutores, armamento, e outros tipos de equipamentos à Belarus devido ao apoio do país ao Putin.
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